Quinta-feira, Julho 02, 2009

xocolate


Hoje fui às comprinhas a esta loja muito, muito catita!
Chama-se Xocoa, é uma loja de chocolate e é uma deliciosa importação de nuestros ermanos!

É um espaço cuidado e feito de mil pormenores, desde as embalagens - packaging premiado em 2008 - à disposição dos produtos, tudo está feito para a escolha dos sentidos!
E neste caso os olhos são os primeiros a provar!

Desta vez escolhi uma caixa com bolachinhas de chocolate, uma tablete de chocolate de laranja e um saquinho de Orangetes (são tirinhas de chocolate rechado de doce de laranja).
Para a próxima vai a tablete de Framboesa! Iamy!

Para visitar: fica na Rua do Crucifixo, ou seja, na parte de trás dos Armazéns perto da entrada do metro.
Para visitar on-line: http://www.xocoa-bcn.com/Eng/index_eng.html (versão inglesa do site), é também uma excelente maneira de conhecer esta loja!

Quarta-feira, Julho 01, 2009

Lições aprendidas


Quando duas ou mais pessoas, que não se conhecem entre si, tecem a mesma consideração sobre determinados acontecimentos e eu não estou a ver essa perspectiva, se calhar está na altura de a considerar.

Terça-feira, Junho 30, 2009

the silence and me


Não me dou bem com o silêncio.
Não falamos a mesma linguagem.

Eu sou fanfarras e arraial e pregões.
Eu tenho sempre uma música, uma frase, uma melodia, um pensamento.
Eu gosto de palavras transparentes, legendas e dobragem.
Eu tenho sempre uma pergunta.

O silêncio não me responde.
O silêncio é a ausência de som.
O silêncio é indecifrável.
O silêncio é demasiado só.

O silêncio para se dar bem comigo tem de ter um piano, uma vela, uma janela aberta com andorinhas a gritar no céu ao longe.
Eu para me dar bem com o silêncio tenho de ter respostas, tenho de ter uma mão dada à minha, tenho de ter um olhar que me segue e me fala… schhh! em silêncio.

Segunda-feira, Junho 29, 2009

Monday Music




Pois diz que os Muse vêm cá lá para o final do ano.
Pois que eu tenho vontade de ir.
A ver pelas imagens, deve ser um grande concerto!

Para já, e enquanto o Verão foi ali e já volta, vou cantarolando...

tan-tan-tan-tantan-tan-tan-tantantan-tan-tan

(um 'cadinho viciante...)

Sexta-feira, Junho 26, 2009


Tejo

Aqui e além em Lisboa - quando vamos
Com pressa ou distraídos pelas ruas
Ao virar da esquina de súbito avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada

Julho de 1994

Sophia de Mello Breyner Andresen
Musa
A única maneira de se homenagear um artista é recordar aquilo que ele fez de melhor, de inigualável.

Quarta-feira, Junho 24, 2009


Parece que agora é moda celebrar os aniversários de albums: 25 anos de Thriller, 20 anos de Circo de Feras, 10 anos de Jagged Little Pill, and soy on!...
Desta vez alinhei com a moda e decidi celebrar o 10º aniversário do "aparecimento" do album The Miseducation of Lauryn Hill na minha singela existência.

Este é o primeiro trabalho a solo da Lauryn Hill e vencedor de 5 Grammy’s. O album foi editado em 1998, mas foi a minha banda sonora do ano de '99.
Para mim cada música tem ligada uma história ou um momento especial e é por isso que o faz um dos discos da minha vida.

Política e socialmente interventiva, quer as letras, quer as músicas de Miseducation são completamente actuais. Aliás, acho que o maior certificado de longevidade deste trabalho é a maneira como soa, pois por mais tempo que passe parece foi lançado há um mês.

Uma particularidade do disco é que as músicas fazem parte de uma aula. O toque para ir para a sala, a chamada é a primeira coisa que ouvimos e nos espaços “mortos” entre as músicas estão as conversas de um professor com os seus alunos.

Neste cd Lauryn conseguiu reunir Mary J. Blidge, Carlos Santana e D’Angelo.

Acima destes preciosos pequenos nadas, está o todo: Lauryn Hill - a voz e a personalidade.
Aparte do Unplugged para a MTV e da sua participação nos The Fugees, esta é na minha opinião, uma das passagens mais brilhantes da sua carreira.

Na altura de escolher uma música, cá vai o Doo Wop (That Thing)...

Don't be a hardrock when you're really a gem.

Made by _ me

Sou resistente no que toca a abrir mão de determinadas coisas… afectos, princípios, conquistas profissionais…

Quando, por algum motivo, temos de lidar com facto de ter de abdicar de alguma coisa em que acreditamos acho que todos somos resistentes.

Recentemente tive de abdicar de um projecto em que trabalhava já há algum tempo.
A dedicação, as horas investidas tinham contribuído para criar uma ligação mais emocional com aquele projecto, por isso quando chegou o momento de ser confrontada com uma série de mudanças tive dificuldade em aceitá-las e fiquei a pensar, se é legitimo “ligarmo-nos” assim a um projecto profissional?

“Põe quanto és no mínimo que fazes” já dizia Fernando Pessoa.
Lembro-me sempre dos artesãos, cada peça que fazem é como se fosse uma espécie de “filho” que depois é “adoptado” por quem o compra.
Cada peça tem características que a fazem única aos olhos do seu criador e a magia está no facto de terem “vidas” diferentes e um dia elas lhe sobreviverem.
Mesmo não “criando” peças como chapéus, quadros, esculturas, tento aplicar esta máxima no meu trabalho.

Acredito que quando colocamos o melhor de nós nas coisas que fazemos, tornamo-las especiais.
Acho que hoje em dia trabalhamos muito em “modo standart” ou “copy / paste”, não só porque assim é mais rápido, mas também corremos menos riscos e o sucesso é quase garantido.
Eu acho que o modo “copy/paste” é demasiado rotineiro. Se tenho tempo e se é uma coisa importante gosto de começar do zero e se for preciso refaço-a 10, 20 vezes até ficar única e diferente.

É claro que muitas vezes tenho a sensação de estar a construir um castelo de areia numa praia sobrelotada… a qualquer momento pode vir alguém e pôr-lhe um pé em cima…
But, that’s life!

Terça-feira, Junho 23, 2009

Montanhismo: Montes de Roupa


É uma das modalidades da dona de casa...
Escala-se com um ferro e uma tábua de passar!

Este serão estive de volta aqui do Everest.

Agora vou fazer "rappel" até ao sofá... ufa!